Na busca por um novo amigo, um casal encontrou mais do que esperava durante uma feira de adoção em São Paulo. Beatriz Lasmar e Rafael Oliveira relataram nas redes sociais que caíram em um que chamam de 'golpe do lar temporário', ao adotarem Chiquinho, um cão que tinha sido devolvido por outras famílias. O que começou como um mero empréstimo de um animal se transformou em uma conexão profunda.
História de Chiquinho
O pequeno Chiquinho foi devolvido por uma família que o considerou 'calmo demais' e estranhou sua baixa frequência em fazer xixi. Rafael, ao ouvir essa justificativa, se mostrou surpreso: "Cachorro ser devolvido por não dar problema eu nunca tinha visto". O casal decidiu então acolher o animal temporariamente até que ele pudesse ser adotado novamente.
Durante a primeira semana, eles notaram que Chiquinho demonstrava medo ao passear e insegurança em várias situações. Ao investigar seu passado, descobriram que ele havia vivido sob os cuidados de uma pessoa que acumulava animais, e após a morte dessa pessoa, acabou solto nas ruas, o que deixou traumas visíveis.
Superando os traumas
Conscientes dos desafios que Chiquinho enfrentava, Beatriz e Rafael decidiram se dedicar mais à sua recuperação. Eles contrataram um adestrador, aumentaram a frequência dos passeios e trabalharam para aumentar a confiança de Chiquinho, mostrando a ele que estava em um ambiente seguro.
O processo não foi fácil; em um dos momentos, Chiquinho chegou a passar mal de nervoso e precisou ser atendido por um veterinário. Apesar das dificuldades, o casal se via cada vez mais envolvido com o cão, e a ideia de devolvê-lo foi se tornando cada vez mais distante.
Repercussão nas redes sociais
A história do casal e de Chiquinho rapidamente ganhou atenção nas redes sociais, acumulando mais de 347 mil visualizações e gerando milhares de reações. Muitos internautas comentaram sobre a experiência com o 'golpe do lar temporário', dando apoio e compartilhando suas próprias histórias. Beatriz e Rafael, no entanto, ressaltaram a importância do suporte oferecido pela ONG responsável pela feira de adoção, destacando que o processo de adoção foi feito com todas as vacinas e castração em dia.
Assim, Chiquinho, que inicialmente entrou na casa do casal como um hóspede temporário, acabou se tornando um membro permanente da família após uma semana de cuidados e dedicação.



















